terça-feira, 24 de novembro de 2009

hoje me senti a parede molhada de chuva
castigada pelo vento
com frio
pintura descascada

deu um medo súbito de ser aquela parede
um pavor, insegurança

não é por acaso que sentimos as coisas
talvez já seja uma parede molhada e fria

terça-feira, 10 de novembro de 2009

fico feliz de ter um corpo, de sentir que há vida nele além de palavras. e que as palavras o provocam, seja dor, seja prazer, cólera, o que for. todos esses sentimentos da cabeça nos destroem... seja culpa, ansiedade, arrependimento, inveja, ciumes. o corpo fala sério e nao mente nunca. tenho pensado mto nisso. em meio à civilização....
quero as coisas mundanas, mas as quero do meu jeito, com a vida que há em mim. se me enquadro demais ou de menos, tanto faz. cada vez me importo menos com isso... ou finjo. afinal, tem algo em ser mulher que é uma eterna mentira.
se vc está mal, há de se pensar nisso. mas se falamos de estar afundado aos olhos dos outros, nao há o q temer. os olhos nos afundam sempre. nos tornam invisíveis ou visíveis demais. bom saber que tem vida naquele que lê essas palavras. nossa tormenta nos expande sim, nos move para algum lugar que nao é mais do mesmo, mas que talvez seja insuportável, sometimes,
Daniel.
i want you to read my hand
and see through it
i want you to take my hand
and go further on
but leave it
dont wanna make poetry
but live it

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

tenho medo de estragar tudo com palavras

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

conversa de boteco, uns dias atrás... sobre fidelidade

homem 1: se você ainda não se resolveu quanto a uma mulher gostosa do seu lado, porra... não tem maturidade

homem 2: uma mulher gostosa do meu lado é algo que eu nunca vou resolver!

os homens são muito sábios.
eu acho.